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Archive for the ‘Impressões’ Category

As geminianas da vez

Dia 27 de maio foi aniver da Sophia, festinha com tudo que tem direito, fiquei muito feliz de ter proporcionado esse momento pra ela, fiquei lembrando do dia que ajudei a preparar a festa da Belle, minha afilhada, que em breve terei bem pertinho pra apertar e matar toda a saudade. Enfim, hoje foi o dia da Christelle, a excitação era grande!!!
Fiquem com as fotinhos,  me regalei clicando essas fofuras se maquiando e se fantasiando de princesa. Escutei tantos: Shanááááááááá, tu pode me colocar um lenço? poder arrumar meu cabelo? fica bonito assim?
Lindas pimpolhas que trouxeram muitas boas energias pra minha tarde, apesar da baderna!!!


Festa da Christelle – fotos


Aniver da Sophia – fotos

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I just happen to be here

Estão sentindo a presença de umas mosquinhas na área? Eu tô, por isso resolvi para de inventar desculpas e vir logo aqui publicar o meu textinho que já está pronto desde a semana passada. Desde lá muitas coisas aconteceram, mas são assuntos para outros posts. Só para não passar em branco, amanhã é aniver da Christelle, assim como fiz para a Sophia, mas ainda não contei aqui, vai rolar uma festinha de aniver na quarta-feira, me ocupei de tudo, desde ir comprar o que precisava até fazer o bolo e os convites, quis dar atenção especial para esse momento, pois além de estarmos nas últimas semanas juntas, a sua maman está viajando, então a responsa é grande! Postarei umas fotinhos da festa em breve.

Fiquem com o textinho que fiz na semana passada!

Alou alou marcianos

Aqui quem fala é da terra do caos. Muitas novidades nessa minha louca vida na França. Estou achando tudo tão incrível, é tão acentuado. Tem coisas tão lindas e outras que servem pra dar uma bela lição no meu ego, me deixarem muito atenta pra não sucumbir e entrar nas pirações que vagam em torno de mim.
Isso parece um tanto sem sentido, mas é uma forma subjetiva de contar sem relatar, um tipo de texto que eu preciso exercitar. Mas um parágrafo já basta, vou voltando para o meu amadorismo literário e preencher essas linhas de relatos das minhas últimas vivências, começando de trás pra frente. Ontem pela manhã a programação foi yoga na casa da Latifa. Quem é Latifa? Esse nome em árabe quer dizer “a doce”, e não é a toa. Aqui em Longwy, como já comentado, a presença árabe é muito forte, já se tornou normal pra mim ver as senhoras todas cobertas por aí, só deixando as mãos e o rosto aparecerem. Já estou ficando especialista em diferenciá-las, pois com o tempo vamos percebendo que elas pertencem a diferentes vertentes.

As com véu branco normalmente são as mais jovens ou as bem mais velhas, então são as solteiras ou viúvas. As de véu negro são as casadas. Tem também as que usam véu colorido/estampado, de uma forma um pouco mais descontraída, como um lenço na cabeça, estilo “estou fazendo faxina”. Essas eu acho que são turcas, enquanto as primeiras tenho quase certeza que são as que seguem mais “estreitamente” o islamismo, na sua maioria de origem algeriana ou marroquina.

Voltando à minha manhã de ontem, então fui “yogar” com a Latifa. Devo apresentá-la para vocês. Ela é mãe da Nour, da Tasmin e da Munah, três lindas menininhas que estudam na escola da Sophia e da Christelle. Sempre muito simpática comigo, sempre puxando um assunto, um dia resolveu me convidar para tomar um café na casa dela, com o argumento de que já havia vivido no exterior e que achava muito bom quando convidavam-na para uma visita. Aceitei com alegria e já fiquei fantasiando na minha cabeça como seria a casa dela, afinal eu nunca havia tido contato com alguém da religião muçulmana, achei que teria várias restrições, pois a Latifa, de todas as pessoas que eu já vi por aqui, digamos é a mais “reta” na forma de se vestir, ela usa uma espécie de hábito negro, parecido com o dos padres e um véu bem apertado na cabeça que desce solto até a cintura, geralmente preto ou cinza, aparecem realmente só o rosto e as mãos. Não sei o porquê, mas isso nunca me chocou, no começo achava diferente por ser novo, depois me acostumei, além disso, a Latifa tem um sorriso tão bonito, é tão acolhedora e como diz o seu próprio nome, tão doce no jeito de ser, que tudo isso sobressai os seus pesados véu e túnica negros. Já faz um tempo da minha primeira visita à casa dela, foi para um “goûter” depois da escola, é o lanche que as crianças fazem por volta das 17h. Foi muito interessante entrar no universo dessa família. Chegamos em casa e ela tirou toda aquela cobertura, revelou-se. Admito que foi uma surpresa vê-la assim, mas me senti honrada por ter sido convidada a entrar no que parecia algo tão restrito. Nesse dia nos conhecemos melhor, ela me contou um pouco da sua vida, suas viagens e aventuras. Mais um grande ensinamento pra mim, apesar de eu não ter julgado o seu jeito de ser, de se vestir, a minha projeção também não imaginava que alguém que vive uma vida religiosa de forma tão séria poderia ter vivido todas as experiências que ela me contou. Ela também adorou saber as coisas que contei do Brasil e naquele dia percebemos que tínhamos muito a conversar. Nosso segundo encontro se deu essa semana, saímos pra caminhar juntas e o terceiro foi esse yoga que fizemos ontem. Ela me mostrou vários exercícios, também mostrei os meus, estávamos um pouco desencontradas, algo normal para o começo de uma prática, entretanto no final, ela me convidou para fazermos uns pranayamas, exercícios de respiração, topei na hora. Embora eu precise muito, nunca tive a iniciativa de fazer pranayamas sozinha e com ela pratiquei muitos. Relaxamos ao som de uma música xamânica e tomamos um chá mate regado a muitos “causos” marroquinos e brasileiros. Esse país está me chamando cada vez mais, principalmente agora que já tenho duas anfitriãs. A Latifa me contou muito da sua religião, gostei de saber, realmente é muito limitado ver alguém vestido conforme as leis do Alcorão e pensar “olha como é radical, deve estar escondendo uma bomba”. Ela tem os seus motivos, faz porque acredita, não é obrigada, então, que seja feliz do jeito que quiser. Entretanto, o povo aqui se mostra bastante preconceituoso, já ouvi alguns relatos de gente dizendo “os árabes (eles generalizam) são legais, mas -chez eux- na casa deles”.

Entre os últimos acontecimentos, não posso deixar de citar a minha randonnee linda de viver do último finde. Mais uma vez de carona com o presidente do clube de cicloturistas de Longwy, o Bernard, fui até o “pays de gaume”, uma região da Bélgica que fica a uns 50km daqui. Chegamos lá cedinho e me inscrevi para os 50km de mtb entre as florestas da Gaume. Só alegria, percurso bem balançado entre o técnico e o contemplativo, ou seja, com trechos nos quais a atenção tinha que ser redobrada e outros que dava pra dar uma descansada. Apesar de ter dado uma baixa considerável nos treinos, eu estava muito em forma, conversei com muita gente no percurso, pela primeira vez fiz parte de um trajeto acompanhada. Um grupo de bikers puxou papo comigo na parada para alimentação, perguntou quantos kms eu ia fazer e acabamos pedalando um pouco juntos. Na chegada também compartilhamos momentos de confraternização clássica belga, ou seja, tomar muita ceva. Eu só tomei uma Kriek, tá bem…duas! Uma das que mais gosto porque tem gosto de cereja. Já combinamos uma nova pedalada pra esse sábado.
 
Para acabar esse texto que esteve dormindo aqui no meu note, um videozinho, pra variar, do Mr. Banhart, mas agora por um motivo especial…VOU NO SHOWWWWWW!!

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Nove meses depois…

Nove meses atrás que comecei esse blog. Desde setembro do ano passado tantas coisas aconteceram, a maioria delas escrevi aqui, outras guardei pra mim. Nesse momento, olhando pela minha janela, observando a primavera cinza da Lorraine, me recordo de uma pessoa que chegou nesse quarto morta de cansaço, depois de uma viagem de quase 20 horas até a nova casa francesa. Me joguei na minha cama como quem se joga numa nova vida, sem medos, sem limitações, um novo universo me esperava.

A contar de hoje, me restam exatamente 40 dias como “fille au pair”. Se olhar pra trás e pensar em tudo que vivi, librianamente me posicionarei de forma neutra. Não posso dizer que vivi um mundo de sonhos e maravilhas, mas parafraseando o “rei” posso dizer que “O importante é que emoções eu vivi”. Isso parece bem piegas, mas é uma frase ótima pra ilustrar esse período da minha vida. Tive tempo de viver emoções, de gostar, de desgostar, de ter muita raiva, vontade de sumir, sentir muito amor, dar sem receber tanto e também vice-versa, resumidamente, me encontrar muito comigo mesma e ver o quanto também posso entender os outros entendendo a mim. Foi o ano de se atirar no desconhecido, ir seguindo sem saber muito bem o que iria acontecer no dia seguinte, confiar nas pessoas, confiar no mundo.

Não gosto de dizer que estou feliz por isso, ou triste por aquilo, mas posso afirmar que me traz uma certa paz ter a certeza de que não vim para a França fugindo do Brasil e nem vou voltar para o Brasil fugindo da França. Parece a hora perfeita de voltar. Durante o nosso duro inverno cheguei a pensar que seria melhor estar no Brasil, pois percebi que o inverno aqui é muito mais do que uma estação, é um estado de espírito. As pessoas se escondem, até eu mesma me escondi dentro dos meus casacos e toucas negros e ao passo que a primavera chega, todos vão recomeçando a comunicação com o mundo.

Tantas coisas morreram dentro de mim, tantas outras nasceram, foi um turbilhão. Conheci tanta gente especial,tanta gente que com um simples contato foram capazes de mudar algo dentro de mim, abrir a minha visão. Vou voltar para o Brasil com uma nova idéia sobre meu país, mas ao mesmo tempo desacostumada com tantas misérias e injustiças que já vi naquelas terras. Não que aqui não exista isso, mas em quantidade é realmente bem menor. Entretanto, o que fazer? Tenho certeza de que poderia ficar aqui e tentar esquecer de onde vim, mas se nasci em território brasileiro, mesmo com tantos antepassados europeus, é um sinal claro de que tenho coisas pra fazer por lá. Muita gente vem para Europa dizendo que aqui é bom por isso ou por aquilo, que é desenvolvido, mas se todos começarem a pensar assim e deixarem seus países pra vir pra cá, aí sim é que não vamos desenvolver nada.

Foram 9 meses longe de pessoas muito importantes para mim, até o fim serão 11. Porém, quem diz que a distância separa, está muito enganado, acho que ele pode nos aproximar ainda mais. Não gosto de criar expectativas, mas espero que o Brasil me receba com o mesmo entusiasmo que eu estou de reencontrá-lo.

Termino com uma música especial enviada por um amigo ainda mais especial. Uma pena não ter achado na versão original…

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em trânsito

Estou devendo os últimos relatos aqui…uma certa correria e também uma gripe enorme que me abateu.
Quinta-feira se o vulcão permitir embarco para Itália, até estou com um certo receio…vai que ele resolve se acordar e eu ainda estou lá? Dedos cruzados!
Minhas férias em Montpellier foram magníficas, conheci também uma nova cidade chamada Narbone e algumas praias do Mediterrâneo.
Em breve novidades!

beijos pra todos e uma fotinho só pra mostrar uma pontinha


E a Itália que me aguarde!!
Fiquem com o meu cantor italiano preferido, uma bela descoberta
La valigia (a mala) Jovanotti

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Já descrente, embora…

Sábias palavras se tornam ainda mais belas em forma de música 

Quem acreditou, No amor, no sorriso, na flor,
Então sonhou, sonhou…
E perdeu a paz, O amor, o sorriso e a flor,
Se transformam depressa demais
Quem, no coração, Abrigou a tristeza de ver,
Tudo isto se perder

E, na solidão, Procurou um caminho e seguiu,
Já descrente de um dia feliz
Quem chorou, chorou,
E tanto que seu pranto já secou
Quem depois voltou, Ao amor, ao sorriso e à flor,
Então tudo encontrou
Pois, a própria dor, Revelou o caminho do amor,
E a tristeza acabou

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La vie en France

Fotos de um passeio que fizemos esses dias 🙂

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Embora tenha feito pequenos e objetivos posts nas últimas semanas, faz tempo que EU de verdade não dou as caras por aqui. Então, o assunto do momento pra mim é justamente esse, o TEMPO. Essa reflexão me faz lembrar diretamente de uma fotógrafa francesa que tive a chance de conhecer ainda em Porto Alegre, na ocasião de uma palestra na faculdade, a Catherine Rebois. O trabalho dela, muito bom por sinal, trata dessas medições do tempo, aliás, é possível medir o tempo?

Andei conversando com a minha molto amica ragazza Soninha, que a vida aqui parece um parênteses. Não é a continuação de nada nem terá continuidade. Bom, ruim? sei lá! só É. Tantas coisas que aconteceram e ainda vão acontecer, as vezes o tempo passa se arrastando, como se eu andasse com uma bola de metal colada aos pés, entretando num piscar de olhos me dou conta: Opa, passou março e abril já está quase na metade!

Olho pra trás e me vejo chegando no meu quarto, reconhecendo o meu terrítório, reconhecendo a cidade, assustada para pegar o trem do aeroporto até a casa da minha família, hoje as coisas são bem diferentes, posso dizer que já ganhei uns “calos” na Europa. Aqui dá pra ver que o jeitinho brasileiro é realmente uma coisa muito territorial, não funciona. Há quem tente, mas a chance de se dar mal é grande. Assim, concluí que esse tal jeitinho nada mais é do que as conexões que fazemos com as pessoas. Aqui tentei desenvolver o meu jeitinho francês/belga/luxemburguense e aos trancos e barrancos o trem segue.

Como diria Rebois, “Le temps d’un affair” (o tempo de um encontro) foi o tempo que fiquei ausente aqui, não tive coisas muito emocionantes pra contar, não tive tanta vontade e escrever só pra manter audiência não é o objetivo desse espaço. Agora nem sei por onde começar, talvez a l’ancienne (a moda antiga), contando um pouco do meu final de semana. Quinta-feira passada, abro o meu e-mail e tenho uma surpresa: Soninha na área!! A danada pegou uma série de trens da Alemanha até aqui pra me ver, brava ragazza!!!
Nem preciso dizer que adorei. Ela é que deve estar tonta até agora de tanto que me ouviu tagarelar!!! como eu disse, pareceu até surreal vê-la passeando comigo em Longwy, pegando o trem pra Bélgica.

E foi isso que fizemos, sábado de manhã, mais um chá de trem para a amica, como sempre São Allain, o santo das caronas preciosas, nos levou até a já conhecida Arlon, lá pegamos o trem pra Bruxelas, mesmo com uma “méteo” (previsão do tempo) pra lá de pessimista. Bóra!! Como já seria a minha terceira vez lá, (embora a segunda tenha se resumido numa ida ao museu Magritte) eu já conhecia bastante coisas, então nos carregamos com uma gaufre e fomos atacar os pontos mais retirados e exóticos da cidade. Depois de uma volta de reconhecimento básico fomos até um lugar chamado “vizinhança do Congo”. Chegando lá fica fácil de entender, o young map não cometeu uma gafe! Que lugar rico. Os africanos desfilam suas cores que contrastam com o cinza do começo de primavera, as lojas de tecidos gritantes, de toneladas de produtos para cabelos, de discos de cantores africanos, moda africana, cafés africanos, comidas africanas!!! affff realmente é como estar no Congo! Entrando na galeria principal, posso dizer que vivi o que já ouvi definirem como “experiência estética”. Orgasmo visual, sei lá como explicar! Mas como? Uma concentração de uns 10 “institutis” de beleza africanos, com muitas negras e negros apertados fazendo trancinhas e mega hairs. Que cenas!!! Fantástico, lindo, adorei. Tenho que admitir que me senti um pouco hostilizada, fiquei com um certo receio de estar turistando de mais, invadindo demais, mas tive que tirar as minhas fotinhos e quase morri de vontade de entrar num daqueles salões e dar muitos cliques, porque não fiz? Não tive coragem…talvez na próxima vez! Mas o universo de um empurrãozinho e uma figura que estava sendo abduzido por suas latas de cerveja me ajudou a alcançar parte do meu objetivo. Espera, vou explicar. Havia uma dupla muito despojada de amigos bebendo alegremente dentro da tal galeria, perceberam a minha angústia para fotografar o grupo de “trancistas”, então no auge da sua cara dura ele pergunta: Tá, porque tu não fotografa nós!? Mas é claro! A figura já foi enlaçando o braço em volta da cintura da Soninha, quando exclama: Ah, esqueci minha arma secreta, e tira do bolso óculos estilo John Lenon e posa feliz pra foto, antes faz a seguinte observação: Assim tu pegas o que está lá no fundo 😉 (os tais salões afro). Parceria não?! espero que a foto tenha ficado boa, pois tirei com um filme vencido numa máquina parada a 3 anos que eu nunca usei!

Depois partimos pra Vizinhança Marroquina, que eu fui muito besta de não prever que teria somente muitos kebabs (churrasco grego), definidos muito sabiamente como “carne de monstro” pela Soninha. Por acaso acabamos caindo na perto da parte portuguesa de Bruxelas, onde tem uma super estátua do Fernando Pessoa e um café bem mixuruca que leva o nome do poeta. Depois de muito andar e se perder, naturalmente, fechamos o dia com uma cerveja belga chamada Delirium, se eu não me engano, a Estelá tinha dito quando estivemos lá que foi eleita uma das melhores do mundo, então, como eu poderia não provar? Foi provada e aprovada, mesmo muito as pressas, encaramos a ceva com gosto e seguimos pro nosso trem de volta, mais uma pequena maratona sobre os trilhos e cá estávamos nós novamente em Longwy, cansadas e satisfeitas com a belle journnée (belo dia).

Domingo nada de muito especial para fazer, acabamos ficando mais em casa curtindo as petites Sophia e Christelle e fomos também no cinema, uma fria de um besterol americano…enfim, vivendo e aprendendo! A noite foi bem finalizada com uma voltinha na querida Longwy, regada a conversas especiais com a minha cara amica. Para completar, belas pizzas francesas, as quais não deixaram a desejar.

Como já comentado, ando pedalando bastante e assim segue. Ter alguém pra te ligar e dizer “on roule?” (pedalamos?) mesmo abaixo de chuva e um certo friozinho, era tudo que eu precisava! Assim me motivo muito mais, graças ao São Allain, que se tornou alguém muito especial pra mim aqui. Uma prova que idade não é barreira pra amizade, um dos meus melhores amigos aqui tem 63 anos, quem diria né?! Por causa desse incentivo todo, estou cada vez mais “espideira”, bem ítima da magrela speed, curtindo bastante, mas aquela vontade de pedalar nas trilhas segue grande, se der tudo certo esse final de semana vou me deliciar no barro belga mais uma vez, veremos!

Semana que vem, vacances! Vamos visitar papie e mammie (avós) em Montpellier, vou passar uma semana no Sul, no Sol, ô coisa boa!!! Voltando de lá já pego o meu avião pra Itália, onde vou curtir quase 5 dias de muitas descobertas nesse país que me atrai tanto. Voltando de lá, acabou o mês de abril…que coisa não?! realmente vôa esse tal de tempo.

Continuando no clima de medir tempos, passando maio e junho, minha estadia aqui estará praticamente terminada, pois do meio de julho até o começo de agosto estarei por aí, não sei muito bem ainda e depois é hora de ir pro Brasil. Veremos o que me espera na terrinha!

Só pra terminar, uma frase: “See the world, you will never regreted it”.
Realmente, não tem como se arrepender, e olha que ainda não vi muito! Essa frase é de um filme muito caro a mim, chamado Nome de Família, vale a pena assistir.

Como diz a Estelá, bisous sucrés

Ah, e o videozinho finaleira de sempre (continuando na afro-frequência )

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